Sabe ultimamente eu tenho andado muito em pista,
mais minhas raizes são do skate de rua,
comecei a andar nas ruas de minha pequena cidade,
borda de loja,degrau de praça,piso liso da rodoviaria,
algumas entradas de garagens viravam 45
(coisa normal em cidade de interior ter muitas ladeiras,
e uma casa pra outra existe sempre um desnivel),
ou raizes que cresciam demais quebravam a calçada e formavam transfers naturais...
Sempre fui vitima de olhares curiosos, pessoas espantadas
pensando o que diabos eu estava querendo fazer ali.
O skatista tem uma visão diferente das outras pessoas,
olhamos pra um determinado lugar, e já sabemos as manobras
que estão ao alcance do nosso (nivel de) skate,
enquanto pessoas normais nunca se quer notariam as formas,
a altura, e etc.
Ja faz um bom tempo que um doido (artista) alemão chamado
Johannes Wohnseifer teve a ideia de brincar com esse lance,
colocando o skate dentro das galerias de um museu na Alemanha,
ato coreografado pelo skatista Mark Gonzales que usava uma
roupa de esgrima com dizeres havaianos.
Mais uns anos depois o desafio foi outro, tentar fazer varios artistas
(ligados a cultura de rua ou não) enxergarem com olhos de skatistas,
e construir obras skatáveis, e o resultado disso foi a exposição
transfer em Porto Alegre,também com interferencia de skatistas!
mais minhas raizes são do skate de rua,
comecei a andar nas ruas de minha pequena cidade,
borda de loja,degrau de praça,piso liso da rodoviaria,
algumas entradas de garagens viravam 45
(coisa normal em cidade de interior ter muitas ladeiras,
e uma casa pra outra existe sempre um desnivel),
ou raizes que cresciam demais quebravam a calçada e formavam transfers naturais...
Sempre fui vitima de olhares curiosos, pessoas espantadas
pensando o que diabos eu estava querendo fazer ali.
O skatista tem uma visão diferente das outras pessoas,
olhamos pra um determinado lugar, e já sabemos as manobras
que estão ao alcance do nosso (nivel de) skate,
enquanto pessoas normais nunca se quer notariam as formas,
a altura, e etc.
Ja faz um bom tempo que um doido (artista) alemão chamado
Johannes Wohnseifer teve a ideia de brincar com esse lance,
colocando o skate dentro das galerias de um museu na Alemanha,
ato coreografado pelo skatista Mark Gonzales que usava uma
roupa de esgrima com dizeres havaianos.
Mais uns anos depois o desafio foi outro, tentar fazer varios artistas
(ligados a cultura de rua ou não) enxergarem com olhos de skatistas,
e construir obras skatáveis, e o resultado disso foi a exposição
transfer em Porto Alegre,também com interferencia de skatistas!
Mais um pouco de esculturas skatáveis,

Um comentário:
Mano, eu ainda tenho esse olhar, mas penso nas manobras que estão fora do limite, tipo os jogos do Tony Hawk hahahahah
Postar um comentário